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12 de maio

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às 19h

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Todo fisiatra veterinário que atua com neurologia já recebeu um paciente com sequela de cinomose

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Geralmente chega assim: o tutor conta que o animal "ficou assim depois da cinomose", há mioclonias visíveis, algum grau de incoordenação ou paresia, e a pergunta implícita na sala é sempre a mesma: o que eu faço com isso?

Geralmente chega assim: o tutor conta que o animal "ficou assim depois da cinomose", há mioclonias visíveis, algum grau de incoordenação ou paresia, e a pergunta implícita na sala é sempre a mesma: o que eu faço com isso?

Geralmente chega assim: o tutor conta que o animal "ficou assim depois da cinomose", há mioclonias visíveis, algum grau de incoordenação ou paresia, e a pergunta implícita na sala é sempre a mesma: o que eu faço com isso?

O problema não é falta de boa vontade. É que a cinomose deixa um espectro de sequelas muito heterogêneo, e tratar todos os casos com o mesmo protocolo é um erro que custa funcionalidade ao paciente. Fotobiomodulação, ultrassom, magnetoterapia, exercícios terapêuticos — cada recurso tem seu lugar, mas a escolha começa pelo sinal clínico, não pelo diagnóstico. E é essa lógica que a maioria dos protocolos ignora.


Nesta masterclass, você vai entender como pensar esse paciente. Desde a fisiopatologia que explica o que você está vendo na consulta até a construção de um raciocínio terapêutico que sustenta cada decisão de protocolo.

O problema não é falta de boa vontade. É que a cinomose deixa um espectro de sequelas muito heterogêneo, e tratar todos os casos com o mesmo protocolo é um erro que custa funcionalidade ao paciente. Fotobiomodulação, ultrassom, magnetoterapia, exercícios terapêuticos — cada recurso tem seu lugar, mas a escolha começa pelo sinal clínico, não pelo diagnóstico. E é essa lógica que a maioria dos protocolos ignora.


Nesta masterclass, você vai entender como pensar esse paciente. Desde a fisiopatologia que explica o que você está vendo na consulta até a construção de um raciocínio terapêutico que sustenta cada decisão de protocolo.

O problema não é falta de boa vontade. É que a cinomose deixa um espectro de sequelas muito heterogêneo, e tratar todos os casos com o mesmo protocolo é um erro que custa funcionalidade ao paciente. Fotobiomodulação, ultrassom, magnetoterapia, exercícios terapêuticos — cada recurso tem seu lugar, mas a escolha começa pelo sinal clínico, não pelo diagnóstico. E é essa lógica que a maioria dos protocolos ignora.


Nesta masterclass, você vai entender como pensar esse paciente. Desde a fisiopatologia que explica o que você está vendo na consulta até a construção de um raciocínio terapêutico que sustenta cada decisão de protocolo.

Confira tudo o que você irá aprender nesta aula inédita:

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1. A neurologia da cinomose: o que o vírus faz com o sistema nervoso

1. A neurologia da cinomose: o que o vírus faz com o sistema nervoso

1. A neurologia da cinomose: o que o vírus faz com o sistema nervoso

A apresentação clínica varia muito dependendo da faixa etária, da fase da infecção e das estruturas acometidas. Essa variação determina o que você vai encontrar na avaliação, o que pode oferecer ao tutor e o que pode esperar do tratamento.


- Como o padrão de acometimento difere entre cães jovens e adultos, e por que essa distinção muda a conversa sobre prognóstico desde a primeira consulta

- Lesões desmielinizantes cerebelares e o que revelam no exame clínico

- Sinais medulares, cerebelares e vestibulares no cão adulto: como identificá-los e o que esperar de cada padrão

- Mioclonia como fenômeno de origem central: por que persiste durante o sono e o que isso diz sobre o neurônio motor afetado

A apresentação clínica varia muito dependendo da faixa etária, da fase da infecção e das estruturas acometidas. Essa variação determina o que você vai encontrar na avaliação, o que pode oferecer ao tutor e o que pode esperar do tratamento.


- Como o padrão de acometimento difere entre cães jovens e adultos, e por que essa distinção muda a conversa sobre prognóstico desde a primeira consulta

- Lesões desmielinizantes cerebelares e o que revelam no exame clínico

- Sinais medulares, cerebelares e vestibulares no cão adulto: como identificá-los e o que esperar de cada padrão

- Mioclonia como fenômeno de origem central: por que persiste durante o sono e o que isso diz sobre o neurônio motor afetado

A apresentação clínica varia muito dependendo da faixa etária, da fase da infecção e das estruturas acometidas. Essa variação determina o que você vai encontrar na avaliação, o que pode oferecer ao tutor e o que pode esperar do tratamento.


- Como o padrão de acometimento difere entre cães jovens e adultos, e por que essa distinção muda a conversa sobre prognóstico desde a primeira consulta

- Lesões desmielinizantes cerebelares e o que revelam no exame clínico

- Sinais medulares, cerebelares e vestibulares no cão adulto: como identificá-los e o que esperar de cada padrão

- Mioclonia como fenômeno de origem central: por que persiste durante o sono e o que isso diz sobre o neurônio motor afetado

2. Sequelas: reconhecer, classificar e entender o que está por trás de cada sinal

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Cada sequela tem uma origem, um mecanismo de progressão e um impacto funcional que precisam ser compreendidos antes de qualquer decisão de protocolo. Algumas se alimentam das outras, e identificar essa cadeia é o que permite intervir antes que o quadro se agrave.


- Mioclonias: impacto sobre a função motora

- Como sequelas não manejadas evoluem de forma silenciosa para comprometimentos cada vez mais difíceis de reverter

- Paresia, paralisia e incoordenação: diferenciando padrões e o que cada um exige na prática

- Quando a reabilitação não é a indicação principal: critérios de elegibilidade e como reconhecer os limites reais do tratamento

Cada sequela tem uma origem, um mecanismo de progressão e um impacto funcional que precisam ser compreendidos antes de qualquer decisão de protocolo. Algumas se alimentam das outras, e identificar essa cadeia é o que permite intervir antes que o quadro se agrave.


- Mioclonias: impacto sobre a função motora

- Como sequelas não manejadas evoluem de forma silenciosa para comprometimentos cada vez mais difíceis de reverter

- Paresia, paralisia e incoordenação: diferenciando padrões e o que cada um exige na prática

- Quando a reabilitação não é a indicação principal: critérios de elegibilidade e como reconhecer os limites reais do tratamento

Cada sequela tem uma origem, um mecanismo de progressão e um impacto funcional que precisam ser compreendidos antes de qualquer decisão de protocolo. Algumas se alimentam das outras, e identificar essa cadeia é o que permite intervir antes que o quadro se agrave.


- Mioclonias: impacto sobre a função motora

- Como sequelas não manejadas evoluem de forma silenciosa para comprometimentos cada vez mais difíceis de reverter

- Paresia, paralisia e incoordenação: diferenciando padrões e o que cada um exige na prática

- Quando a reabilitação não é a indicação principal: critérios de elegibilidade e como reconhecer os limites reais do tratamento

3. Avaliação funcional do paciente pós-cinomose

3. Avaliação funcional do paciente pós-cinomose

3. Avaliação funcional do paciente pós-cinomose

Uma avaliação sistematizada é o que separa um protocolo com direção de uma sequência de procedimentos sem critério. Neste módulo, o foco é nos parâmetros que sustentam as decisões terapêuticas e permitem acompanhar a evolução de forma objetiva.



- O princípio que organiza tudo: a técnica começa pelo sinal clínico predominante, não pelo diagnóstico

- Como avaliar clinicamente as mioclonias

- A importância da mensuração da amplitude de movimento

- Como distinguir atrofia por inatividade de atrofia por desnervação

Uma avaliação sistematizada é o que separa um protocolo com direção de uma sequência de procedimentos sem critério. Neste módulo, o foco é nos parâmetros que sustentam as decisões terapêuticas e permitem acompanhar a evolução de forma objetiva.



- O princípio que organiza tudo: a técnica começa pelo sinal clínico predominante, não pelo diagnóstico

- Como avaliar clinicamente as mioclonias

- A importância da mensuração da amplitude de movimento

- Como distinguir atrofia por inatividade de atrofia por desnervação

Uma avaliação sistematizada é o que separa um protocolo com direção de uma sequência de procedimentos sem critério. Neste módulo, o foco é nos parâmetros que sustentam as decisões terapêuticas e permitem acompanhar a evolução de forma objetiva.



- O princípio que organiza tudo: a técnica começa pelo sinal clínico predominante, não pelo diagnóstico

- Como avaliar clinicamente as mioclonias

- A importância da mensuração da amplitude de movimento

- Como distinguir atrofia por inatividade de atrofia por desnervação

4. Recursos terapêuticos: dos eletrofísicos às terapias integrativas

4. Recursos terapêuticos: dos eletrofísicos às terapias integrativas

4. Recursos terapêuticos: dos eletrofísicos às terapias integrativas

Entender o que cada recurso faz no tecido, em qual fase do quadro ele tem mais relevância e como combiná-los sem duplicar objetivos é o que transforma equipamento em resultado clínico. Este módulo abrange tanto os recursos eletrofísicos quanto as terapias integrativas, tratando cada um com a mesma lógica: indicação baseada no sinal clínico.


- Fotobiomodulação: efeitos sobre o sistema nervoso e sobre o tecido musculoesquelético, e como essas duas frentes geram indicações distintas dentro do mesmo protocolo

- Fotobiomodulação transcraniana: evidências, indicações e como inserir esse recurso de forma criteriosa

- Ultrassom terapêutico e Tecarterapia: o uso nas contraturas

- Magnetoterapia: janela de indicação nos pacientes neurológicos

- Como estruturar o protocolo combinando recursos

Entender o que cada recurso faz no tecido, em qual fase do quadro ele tem mais relevância e como combiná-los sem duplicar objetivos é o que transforma equipamento em resultado clínico. Este módulo abrange tanto os recursos eletrofísicos quanto as terapias integrativas, tratando cada um com a mesma lógica: indicação baseada no sinal clínico.


- Fotobiomodulação: efeitos sobre o sistema nervoso e sobre o tecido musculoesquelético, e como essas duas frentes geram indicações distintas dentro do mesmo protocolo

- Fotobiomodulação transcraniana: evidências, indicações e como inserir esse recurso de forma criteriosa

- Ultrassom terapêutico e Tecarterapia: o uso nas contraturas

- Magnetoterapia: janela de indicação nos pacientes neurológicos

- Como estruturar o protocolo combinando recursos

Entender o que cada recurso faz no tecido, em qual fase do quadro ele tem mais relevância e como combiná-los sem duplicar objetivos é o que transforma equipamento em resultado clínico. Este módulo abrange tanto os recursos eletrofísicos quanto as terapias integrativas, tratando cada um com a mesma lógica: indicação baseada no sinal clínico.


- Fotobiomodulação: efeitos sobre o sistema nervoso e sobre o tecido musculoesquelético, e como essas duas frentes geram indicações distintas dentro do mesmo protocolo

- Fotobiomodulação transcraniana: evidências, indicações e como inserir esse recurso de forma criteriosa

- Ultrassom terapêutico e Tecarterapia: o uso nas contraturas

- Magnetoterapia: janela de indicação nos pacientes neurológicos

- Como estruturar o protocolo combinando recursos

5. Exercícios terapêuticos e manejo funcional

5. Exercícios terapêuticos e manejo funcional

5. Exercícios terapêuticos e manejo funcional

O exercício terapêutico bem planejado é o que promove reorganização funcional e trabalha as compensações geradas pelo quadro neurológico. O posicionamento terapêutico, muitas vezes subestimado, tem lógica própria e em pacientes com sequelas graves pode ser uma das ferramentas mais relevantes do protocolo.


- Exercícios para incoordenação: progressão com obstáculos e superfícies instáveis

- Posicionamento terapêutico: objetivos clínicos, quando indicar e como progredir

- Como usar estímulos direcionados para promover alongamento ativo em pacientes com comprometimento motor grave

- Trabalho de estabilidade e fortalecimento em pacientes com sequelas

- O que delegar ao tutor: como estruturar o tratamento domiciliar, o que pode ser feito em casa e o que não deve sair do acompanhamento profissional

O exercício terapêutico bem planejado é o que promove reorganização funcional e trabalha as compensações geradas pelo quadro neurológico. O posicionamento terapêutico, muitas vezes subestimado, tem lógica própria e em pacientes com sequelas graves pode ser uma das ferramentas mais relevantes do protocolo.


- Exercícios para incoordenação: progressão com obstáculos e superfícies instáveis

- Posicionamento terapêutico: objetivos clínicos, quando indicar e como progredir

- Como usar estímulos direcionados para promover alongamento ativo em pacientes com comprometimento motor grave

- Trabalho de estabilidade e fortalecimento em pacientes com sequelas

- O que delegar ao tutor: como estruturar o tratamento domiciliar, o que pode ser feito em casa e o que não deve sair do acompanhamento profissional

O exercício terapêutico bem planejado é o que promove reorganização funcional e trabalha as compensações geradas pelo quadro neurológico. O posicionamento terapêutico, muitas vezes subestimado, tem lógica própria e em pacientes com sequelas graves pode ser uma das ferramentas mais relevantes do protocolo.


- Exercícios para incoordenação: progressão com obstáculos e superfícies instáveis

- Posicionamento terapêutico: objetivos clínicos, quando indicar e como progredir

- Como usar estímulos direcionados para promover alongamento ativo em pacientes com comprometimento motor grave

- Trabalho de estabilidade e fortalecimento em pacientes com sequelas

- O que delegar ao tutor: como estruturar o tratamento domiciliar, o que pode ser feito em casa e o que não deve sair do acompanhamento profissional

6. Planejamento do tratamento: frequência, progressão e critérios de alta

6. Planejamento do tratamento: frequência, progressão e critérios de alta

6. Planejamento do tratamento: frequência, progressão e critérios de alta

Montar o protocolo é só uma parte do trabalho. Saber como distribuir as sessões ao longo do tempo, reconhecer quando progredir e definir critérios claros para alta ou manutenção é o que dá consistência ao tratamento e sustenta as decisões diante do tutor.


- Como definir frequência e periodicidade de acordo com o quadro clínico e a fase do tratamento

- Sinais de progressão que indicam que é hora de avançar no protocolo

- Quando manter, quando reduzir e quando encerrar o acompanhamento

- Critérios funcionais para alta

Montar o protocolo é só uma parte do trabalho. Saber como distribuir as sessões ao longo do tempo, reconhecer quando progredir e definir critérios claros para alta ou manutenção é o que dá consistência ao tratamento e sustenta as decisões diante do tutor.


- Como definir frequência e periodicidade de acordo com o quadro clínico e a fase do tratamento

- Sinais de progressão que indicam que é hora de avançar no protocolo

- Quando manter, quando reduzir e quando encerrar o acompanhamento

- Critérios funcionais para alta

Montar o protocolo é só uma parte do trabalho. Saber como distribuir as sessões ao longo do tempo, reconhecer quando progredir e definir critérios claros para alta ou manutenção é o que dá consistência ao tratamento e sustenta as decisões diante do tutor.


- Como definir frequência e periodicidade de acordo com o quadro clínico e a fase do tratamento

- Sinais de progressão que indicam que é hora de avançar no protocolo

- Quando manter, quando reduzir e quando encerrar o acompanhamento

- Critérios funcionais para alta

7. Comunicação com o tutor

7. Comunicação com o tutor

7. Comunicação com o tutor

A sequela de cinomose é um diagnóstico que raramente tem perspectiva de cura completa. Conduzir essa conversa com clareza, sem tirar esperança e sem criar expectativas irreais, é uma competência clínica que influencia diretamente a adesão ao tratamento e a qualidade do acompanhamento.


- Como alinhar expectativas desde a primeira consulta

- Como construir uma meta terapêutica realista e comunicá-la de forma que o tutor entenda e se engaje

- Como abordar limitações e eventuais pioras sem perder a confiança do tutor

- Como orientar o cuidado domiciliar de forma que o tutor se torne parte ativa do tratamento

A sequela de cinomose é um diagnóstico que raramente tem perspectiva de cura completa. Conduzir essa conversa com clareza, sem tirar esperança e sem criar expectativas irreais, é uma competência clínica que influencia diretamente a adesão ao tratamento e a qualidade do acompanhamento.


- Como alinhar expectativas desde a primeira consulta

- Como construir uma meta terapêutica realista e comunicá-la de forma que o tutor entenda e se engaje

- Como abordar limitações e eventuais pioras sem perder a confiança do tutor

- Como orientar o cuidado domiciliar de forma que o tutor se torne parte ativa do tratamento

A sequela de cinomose é um diagnóstico que raramente tem perspectiva de cura completa. Conduzir essa conversa com clareza, sem tirar esperança e sem criar expectativas irreais, é uma competência clínica que influencia diretamente a adesão ao tratamento e a qualidade do acompanhamento.


- Como alinhar expectativas desde a primeira consulta

- Como construir uma meta terapêutica realista e comunicá-la de forma que o tutor entenda e se engaje

- Como abordar limitações e eventuais pioras sem perder a confiança do tutor

- Como orientar o cuidado domiciliar de forma que o tutor se torne parte ativa do tratamento

8. Terapias avançadas para casos refratários

8. Terapias avançadas para casos refratários

8. Terapias avançadas para casos refratários

Alguns pacientes evoluem pouco com o protocolo convencional. É importante saber o que existe além, com clareza sobre o que já tem evidência e o que ainda está em construção.



- Implante de ouro

- Células-tronco

- Como abordar essas opções com o tutor e com o neurologista responsável

Alguns pacientes evoluem pouco com o protocolo convencional. É importante saber o que existe além, com clareza sobre o que já tem evidência e o que ainda está em construção.



- Implante de ouro

- Células-tronco

- Como abordar essas opções com o tutor e com o neurologista responsável

Alguns pacientes evoluem pouco com o protocolo convencional. É importante saber o que existe além, com clareza sobre o que já tem evidência e o que ainda está em construção.



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Por que você precisa assistir a esta masterclass?

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Casos de sequela de cinomose chegam com frequência nos consultórios de reabilitação, e a principal dificuldade não costuma ser a falta de recurso terapêutico. É saber o que está olhando, o que aquele quadro específico exige e por que cada decisão de protocolo faz sentido ali. Sem esse raciocínio, o tratamento acontece, mas sem direção real.


Esta masterclass foi estruturada para fisiatras veterinários que querem atender esses casos com mais precisão. Você vai sair com critérios de avaliação, parâmetros embasados e uma lógica de raciocínio clínico que vai além do protocolo padrão.

Casos de sequela de cinomose chegam com frequência nos consultórios de reabilitação, e a principal dificuldade não costuma ser a falta de recurso terapêutico. É saber o que está olhando, o que aquele quadro específico exige e por que cada decisão de protocolo faz sentido ali. Sem esse raciocínio, o tratamento acontece, mas sem direção real.


Esta masterclass foi estruturada para fisiatras veterinários que querem atender esses casos com mais precisão. Você vai sair com critérios de avaliação, parâmetros embasados e uma lógica de raciocínio clínico que vai além do protocolo padrão.

Casos de sequela de cinomose chegam com frequência nos consultórios de reabilitação, e a principal dificuldade não costuma ser a falta de recurso terapêutico. É saber o que está olhando, o que aquele quadro específico exige e por que cada decisão de protocolo faz sentido ali. Sem esse raciocínio, o tratamento acontece, mas sem direção real.


Esta masterclass foi estruturada para fisiatras veterinários que querem atender esses casos com mais precisão. Você vai sair com critérios de avaliação, parâmetros embasados e uma lógica de raciocínio clínico que vai além do protocolo padrão.

Escolha a sua forma de acesso para assistir à esta aula inédita:

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Acesso estendido + PDF complementar

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Acesso à aula por 90 dias + Certificado + PDF com material complementar + Consultoria Individual com a Dra. Marcella Sanches (tema livre)

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As vagas são limitadas e podem se esgotar em poucos dias!

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Atualize seus conhecimentos com base em evidências recentes, aprimore o raciocínio fisiátrico e evite protocolos genéricos na reabilitação neurológica.

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Profª MV. MSC. ESP.

Marcella Sanches

Profª MV. MSC. ESP.

Marcella Sanches

Profª MV. MSC. ESP.

Marcella Sanches

Marcella Sanches é médica veterinária fisiatra com mais de 20 anos de experiência na reabilitação animal e medicina veterinária integrativa.


Formada pela UNESP de Botucatu, com Mestrado pela Unifesp e atualmente cursando Doutorado (também na UNESP de Botucatu), possui certificação internacional CCRP pela Universidade do Tennessee, EUA, além de formação em fotobiomodulação, eletroterapia, magnetoterapia, acupuntura e reabilitação neurológica.


Atualmente, é proprietária da Reabilita Animal, um dos maiores centros de reabilitação veterinária do Brasil, e coordenadora da pós-graduação em Fisiatria e Reabilitação Física Veterinária no IEP Ranvier.


Ao longo da carreira, Marcella se destacou pela inovação e dedicação ao ensino, ministrando aulas e palestras no Brasil e no exterior.

Marcella Sanches é médica veterinária fisiatra com mais de 20 anos de experiência na reabilitação animal e medicina veterinária integrativa.


Formada pela UNESP de Botucatu, com Mestrado pela Unifesp e atualmente cursando Doutorado (também na UNESP de Botucatu), possui certificação internacional CCRP pela Universidade do Tennessee, EUA, além de formação em fotobiomodulação, eletroterapia, magnetoterapia, acupuntura e reabilitação neurológica.


Atualmente, é proprietária da Reabilita Animal, um dos maiores centros de reabilitação veterinária do Brasil, e coordenadora da pós-graduação em Fisiatria e Reabilitação Física Veterinária no IEP Ranvier.


Ao longo da carreira, Marcella se destacou pela inovação e dedicação ao ensino, ministrando aulas e palestras no Brasil e no exterior.

Marcella Sanches é médica veterinária fisiatra com mais de 20 anos de experiência na reabilitação animal e medicina veterinária integrativa.


Formada pela UNESP de Botucatu, com Mestrado pela Unifesp e atualmente cursando Doutorado (também na UNESP de Botucatu), possui certificação internacional CCRP pela Universidade do Tennessee, EUA, além de formação em fotobiomodulação, eletroterapia, magnetoterapia, acupuntura e reabilitação neurológica.


Atualmente, é proprietária da Reabilita Animal, um dos maiores centros de reabilitação veterinária do Brasil, e coordenadora da pós-graduação em Fisiatria e Reabilitação Física Veterinária no IEP Ranvier.


Ao longo da carreira, Marcella se destacou pela inovação e dedicação ao ensino, ministrando aulas e palestras no Brasil e no exterior.

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Copyright © 2026

Todos os direitos reservados.

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