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13 de outubro

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às 19h

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Trauma de coluna e TCE estão entre os casos que mais exigem raciocínio clínico de um fisiatra veterinário.

Trauma de coluna e TCE estão entre os casos que mais exigem raciocínio clínico de um fisiatra veterinário.

Trauma de coluna e TCE estão entre os casos que mais exigem raciocínio clínico de um fisiatra veterinário.

Receber um paciente após um trauma de coluna ou traumatismo cranioencefálico (TCE) significa lidar com déficits que podem comprometer movimento, equilíbrio, controle postural, sensibilidade, coordenação e autonomia em diferentes graus.

Receber um paciente após um trauma de coluna ou traumatismo cranioencefálico (TCE) significa lidar com déficits que podem comprometer movimento, equilíbrio, controle postural, sensibilidade, coordenação e autonomia em diferentes graus.

Receber um paciente após um trauma de coluna ou traumatismo cranioencefálico (TCE) significa lidar com déficits que podem comprometer movimento, equilíbrio, controle postural, sensibilidade, coordenação e autonomia em diferentes graus.

Identificar esses déficits é apenas o primeiro passo da condução.


O fisiatra precisa compreender o impacto funcional da lesão, estabelecer prioridades, definir objetivos possíveis para aquela fase, selecionar estratégias terapêuticas e acompanhar de perto a resposta do paciente para decidir quando avançar, adaptar ou reorganizar a conduta.


São casos em que anatomia, neurologia, fisiologia e reabilitação precisam conversar o tempo todo. Quanto maior a complexidade, menos espaço existe para uma sequência de exercícios aplicada de forma automática.

Identificar esses déficits é apenas o primeiro passo da condução.


O fisiatra precisa compreender o impacto funcional da lesão, estabelecer prioridades, definir objetivos possíveis para aquela fase, selecionar estratégias terapêuticas e acompanhar de perto a resposta do paciente para decidir quando avançar, adaptar ou reorganizar a conduta.


São casos em que anatomia, neurologia, fisiologia e reabilitação precisam conversar o tempo todo. Quanto maior a complexidade, menos espaço existe para uma sequência de exercícios aplicada de forma automática.

Identificar esses déficits é apenas o primeiro passo da condução.


O fisiatra precisa compreender o impacto funcional da lesão, estabelecer prioridades, definir objetivos possíveis para aquela fase, selecionar estratégias terapêuticas e acompanhar de perto a resposta do paciente para decidir quando avançar, adaptar ou reorganizar a conduta.


São casos em que anatomia, neurologia, fisiologia e reabilitação precisam conversar o tempo todo. Quanto maior a complexidade, menos espaço existe para uma sequência de exercícios aplicada de forma automática.

E é justamente entre a avaliação e a conduta que muitas das decisões mais importantes acontecem.

E é justamente entre a avaliação e a conduta que muitas das decisões mais importantes acontecem.

E é justamente entre a avaliação e a conduta que muitas das decisões mais importantes acontecem.

Antes de escolher um exercício ou recurso, é preciso entender quais déficits realmente estão limitando a função, o que deve ser priorizado naquele momento e quais objetivos fazem sentido para a fase de recuperação em que o paciente se encontra.


Depois, esse raciocínio continua durante todo o tratamento. É preciso dosar os estímulos, interpretar a resposta clínica, reconhecer sinais de evolução e identificar quando a estratégia precisa ser ajustada.

A avaliação orienta a conduta, mas a evolução do paciente também precisa orientar as próximas decisões.


É essa construção clínica que vamos aprofundar na Masterclass Trauma de Coluna e TCE, percorrendo o caminho da avaliação à progressão funcional.

Antes de escolher um exercício ou recurso, é preciso entender quais déficits realmente estão limitando a função, o que deve ser priorizado naquele momento e quais objetivos fazem sentido para a fase de recuperação em que o paciente se encontra.


Depois, esse raciocínio continua durante todo o tratamento. É preciso dosar os estímulos, interpretar a resposta clínica, reconhecer sinais de evolução e identificar quando a estratégia precisa ser ajustada.

A avaliação orienta a conduta, mas a evolução do paciente também precisa orientar as próximas decisões.


É essa construção clínica que vamos aprofundar na Masterclass Trauma de Coluna e TCE, percorrendo o caminho da avaliação à progressão funcional.

Antes de escolher um exercício ou recurso, é preciso entender quais déficits realmente estão limitando a função, o que deve ser priorizado naquele momento e quais objetivos fazem sentido para a fase de recuperação em que o paciente se encontra.


Depois, esse raciocínio continua durante todo o tratamento. É preciso dosar os estímulos, interpretar a resposta clínica, reconhecer sinais de evolução e identificar quando a estratégia precisa ser ajustada.

A avaliação orienta a conduta, mas a evolução do paciente também precisa orientar as próximas decisões.


É essa construção clínica que vamos aprofundar na Masterclass Trauma de Coluna e TCE, percorrendo o caminho da avaliação à progressão funcional.

Confira tudo o que você irá aprender nesta aula inédita:

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1. Trauma de coluna e TCE: repercussões funcionais

1. Trauma de coluna e TCE: repercussões funcionais

1. Trauma de coluna e TCE: repercussões funcionais

Vamos começar pelos fundamentos que ajudam a compreender como as lesões traumáticas do sistema nervoso interferem na função e na recuperação. Vamos abordar:


- particularidades do trauma de coluna e do TCE;

- lesão primária e alterações secundárias;

- localização e extensão da lesão;

- déficits motores, sensoriais e posturais;

- neuroplasticidade e recuperação neurológica;

- fatores que podem interferir na evolução funcional.


A proposta é organizar a base necessária para interpretar o paciente antes de definir a estratégia de reabilitação.

Vamos começar pelos fundamentos que ajudam a compreender como as lesões traumáticas do sistema nervoso interferem na função e na recuperação. Vamos abordar:


- particularidades do trauma de coluna e do TCE;

- lesão primária e alterações secundárias;

- localização e extensão da lesão;

- déficits motores, sensoriais e posturais;

- neuroplasticidade e recuperação neurológica;

- fatores que podem interferir na evolução funcional.


A proposta é organizar a base necessária para interpretar o paciente antes de definir a estratégia de reabilitação.

Vamos começar pelos fundamentos que ajudam a compreender como as lesões traumáticas do sistema nervoso interferem na função e na recuperação. Vamos abordar:


- particularidades do trauma de coluna e do TCE;

- lesão primária e alterações secundárias;

- localização e extensão da lesão;

- déficits motores, sensoriais e posturais;

- neuroplasticidade e recuperação neurológica;

- fatores que podem interferir na evolução funcional.


A proposta é organizar a base necessária para interpretar o paciente antes de definir a estratégia de reabilitação.

2. Avaliação neurológica com foco na função

2. Avaliação neurológica com foco na função

2. Avaliação neurológica com foco na função

A avaliação precisa mostrar como o comprometimento neurológico está interferindo no movimento, no controle corporal e na autonomia do paciente. Vamos discutir:


- movimento voluntário;

- tônus muscular;

- propriocepção e reações posturais;

- equilíbrio e coordenação;

- suporte de peso;

- controle de tronco;

- marcha;

- alterações sensoriais;

- limitações musculoesqueléticas associadas.


A partir desses achados, começamos a estabelecer prioridades e objetivos funcionais para a reabilitação.

A avaliação precisa mostrar como o comprometimento neurológico está interferindo no movimento, no controle corporal e na autonomia do paciente. Vamos discutir:


- movimento voluntário;

- tônus muscular;

- propriocepção e reações posturais;

- equilíbrio e coordenação;

- suporte de peso;

- controle de tronco;

- marcha;

- alterações sensoriais;

- limitações musculoesqueléticas associadas.


A partir desses achados, começamos a estabelecer prioridades e objetivos funcionais para a reabilitação.

A avaliação precisa mostrar como o comprometimento neurológico está interferindo no movimento, no controle corporal e na autonomia do paciente. Vamos discutir:


- movimento voluntário;

- tônus muscular;

- propriocepção e reações posturais;

- equilíbrio e coordenação;

- suporte de peso;

- controle de tronco;

- marcha;

- alterações sensoriais;

- limitações musculoesqueléticas associadas.


A partir desses achados, começamos a estabelecer prioridades e objetivos funcionais para a reabilitação.

3. Neuroreabilitação no trauma de coluna

3. Neuroreabilitação no trauma de coluna

3. Neuroreabilitação no trauma de coluna

Os traumas de coluna podem produzir diferentes graus de comprometimento neurológico e exigir estratégias distintas ao longo da recuperação. Vamos trabalhar:


- implicações funcionais conforme localização e gravidade da lesão;

- abordagem de pacientes paraplégicos e tetraparéticos;

- posicionamento e prevenção de complicações;

- estimulação sensório-motora;

- suporte de peso;

- treino de marcha;

- estratégias para recuperação locomotora;

- critérios para progressão.


O foco estará na relação entre os déficits encontrados, a fase de recuperação e as decisões terapêuticas.

Os traumas de coluna podem produzir diferentes graus de comprometimento neurológico e exigir estratégias distintas ao longo da recuperação. Vamos trabalhar:


- implicações funcionais conforme localização e gravidade da lesão;

- abordagem de pacientes paraplégicos e tetraparéticos;

- posicionamento e prevenção de complicações;

- estimulação sensório-motora;

- suporte de peso;

- treino de marcha;

- estratégias para recuperação locomotora;

- critérios para progressão.


O foco estará na relação entre os déficits encontrados, a fase de recuperação e as decisões terapêuticas.

Os traumas de coluna podem produzir diferentes graus de comprometimento neurológico e exigir estratégias distintas ao longo da recuperação. Vamos trabalhar:


- implicações funcionais conforme localização e gravidade da lesão;

- abordagem de pacientes paraplégicos e tetraparéticos;

- posicionamento e prevenção de complicações;

- estimulação sensório-motora;

- suporte de peso;

- treino de marcha;

- estratégias para recuperação locomotora;

- critérios para progressão.


O foco estará na relação entre os déficits encontrados, a fase de recuperação e as decisões terapêuticas.

4. Neuroreabilitação no TCE

4. Neuroreabilitação no TCE

4. Neuroreabilitação no TCE

No traumatismo cranioencefálico, o comprometimento pode envolver diferentes sistemas e exigir uma leitura funcional que considere essas alterações de forma simultânea. Vamos abordar:


- alterações motoras, posturais e sensoriais;

- equilíbrio e coordenação;

- comprometimentos vestibulares;

- controle postural;

- organização e dosagem dos estímulos;

- estratégias sensório-motoras;

- progressão dos desafios terapêuticos;

- acompanhamento da resposta funcional.


A condução precisa considerar a combinação dos déficits e a forma como o paciente responde ao ambiente e às intervenções propostas.

No traumatismo cranioencefálico, o comprometimento pode envolver diferentes sistemas e exigir uma leitura funcional que considere essas alterações de forma simultânea. Vamos abordar:


- alterações motoras, posturais e sensoriais;

- equilíbrio e coordenação;

- comprometimentos vestibulares;

- controle postural;

- organização e dosagem dos estímulos;

- estratégias sensório-motoras;

- progressão dos desafios terapêuticos;

- acompanhamento da resposta funcional.


A condução precisa considerar a combinação dos déficits e a forma como o paciente responde ao ambiente e às intervenções propostas.

No traumatismo cranioencefálico, o comprometimento pode envolver diferentes sistemas e exigir uma leitura funcional que considere essas alterações de forma simultânea. Vamos abordar:


- alterações motoras, posturais e sensoriais;

- equilíbrio e coordenação;

- comprometimentos vestibulares;

- controle postural;

- organização e dosagem dos estímulos;

- estratégias sensório-motoras;

- progressão dos desafios terapêuticos;

- acompanhamento da resposta funcional.


A condução precisa considerar a combinação dos déficits e a forma como o paciente responde ao ambiente e às intervenções propostas.

5. Construção do plano de neuroreabilitação

5. Construção do plano de neuroreabilitação

5. Construção do plano de neuroreabilitação

Depois de avaliar, precisamos transformar os achados clínicos em uma estratégia terapêutica. Vamos discutir:


- definição das prioridades;

- construção de objetivos funcionais;

- escolha dos exercícios e estratégias;

- frequência, intensidade e volume dos estímulos;

- reconhecimento de compensações;

- controle da fadiga;

- critérios para aumentar ou reduzir o desafio;

- ajustes diante de respostas inesperadas;

- integração de recursos terapêuticos quando houver indicação.


A proposta é organizar uma conduta que faça sentido para aquele paciente e para aquele momento da recuperação.

Depois de avaliar, precisamos transformar os achados clínicos em uma estratégia terapêutica. Vamos discutir:


- definição das prioridades;

- construção de objetivos funcionais;

- escolha dos exercícios e estratégias;

- frequência, intensidade e volume dos estímulos;

- reconhecimento de compensações;

- controle da fadiga;

- critérios para aumentar ou reduzir o desafio;

- ajustes diante de respostas inesperadas;

- integração de recursos terapêuticos quando houver indicação.


A proposta é organizar uma conduta que faça sentido para aquele paciente e para aquele momento da recuperação.

Depois de avaliar, precisamos transformar os achados clínicos em uma estratégia terapêutica. Vamos discutir:


- definição das prioridades;

- construção de objetivos funcionais;

- escolha dos exercícios e estratégias;

- frequência, intensidade e volume dos estímulos;

- reconhecimento de compensações;

- controle da fadiga;

- critérios para aumentar ou reduzir o desafio;

- ajustes diante de respostas inesperadas;

- integração de recursos terapêuticos quando houver indicação.


A proposta é organizar uma conduta que faça sentido para aquele paciente e para aquele momento da recuperação.

6. Progressão funcional, prognóstico e acompanhamento

6. Progressão funcional, prognóstico e acompanhamento

6. Progressão funcional, prognóstico e acompanhamento

A evolução neurológica exige reavaliação constante. Vamos discutir:


- parâmetros para acompanhar a recuperação funcional;

- critérios para manter, adaptar ou progredir a conduta;

- momentos de reavaliação;

- déficits persistentes;

- prognóstico funcional;

- definição de expectativas possíveis;

- autonomia e qualidade de vida;

- comunicação com o responsável pelo paciente e com a equipe.


A progressão precisa ser construída a partir daquilo que o paciente apresenta ao longo do tratamento, e não apenas do planejamento inicial.

A evolução neurológica exige reavaliação constante. Vamos discutir:


- parâmetros para acompanhar a recuperação funcional;

- critérios para manter, adaptar ou progredir a conduta;

- momentos de reavaliação;

- déficits persistentes;

- prognóstico funcional;

- definição de expectativas possíveis;

- autonomia e qualidade de vida;

- comunicação com o responsável pelo paciente e com a equipe.


A progressão precisa ser construída a partir daquilo que o paciente apresenta ao longo do tratamento, e não apenas do planejamento inicial.

A evolução neurológica exige reavaliação constante. Vamos discutir:


- parâmetros para acompanhar a recuperação funcional;

- critérios para manter, adaptar ou progredir a conduta;

- momentos de reavaliação;

- déficits persistentes;

- prognóstico funcional;

- definição de expectativas possíveis;

- autonomia e qualidade de vida;

- comunicação com o responsável pelo paciente e com a equipe.


A progressão precisa ser construída a partir daquilo que o paciente apresenta ao longo do tratamento, e não apenas do planejamento inicial.

Esse é o tipo de conhecimento que aprofunda sua atuação como fisiatra veterinário.

Esse é o tipo de conhecimento que aprofunda sua atuação como fisiatra veterinário.

Esse é o tipo de conhecimento que aprofunda sua atuação como fisiatra veterinário.

Quando você domina a lógica da neuroreabilitação, passa a interpretar os déficits com mais precisão, organizar prioridades, justificar suas escolhas terapêuticas e acompanhar a evolução com critérios mais consistentes.


Esse conhecimento também qualifica a sua participação dentro da equipe. A discussão com neurologistas, cirurgiões e outros profissionais se torna mais consistente, assim como a comunicação com o responsável pelo paciente.


Você também ganha mais segurança para conduzir casos sem respostas prontas, tomar decisões com maior clareza e sustentar suas escolhas clínicas.


Isso amplia sua capacidade de assumir casos complexos e fortalece seu posicionamento como fisiatra veterinário.

Quando você domina a lógica da neuroreabilitação, passa a interpretar os déficits com mais precisão, organizar prioridades, justificar suas escolhas terapêuticas e acompanhar a evolução com critérios mais consistentes.


Esse conhecimento também qualifica a sua participação dentro da equipe. A discussão com neurologistas, cirurgiões e outros profissionais se torna mais consistente, assim como a comunicação com o responsável pelo paciente.


Você também ganha mais segurança para conduzir casos sem respostas prontas, tomar decisões com maior clareza e sustentar suas escolhas clínicas.


Isso amplia sua capacidade de assumir casos complexos e fortalece seu posicionamento como fisiatra veterinário.

Quando você domina a lógica da neuroreabilitação, passa a interpretar os déficits com mais precisão, organizar prioridades, justificar suas escolhas terapêuticas e acompanhar a evolução com critérios mais consistentes.


Esse conhecimento também qualifica a sua participação dentro da equipe. A discussão com neurologistas, cirurgiões e outros profissionais se torna mais consistente, assim como a comunicação com o responsável pelo paciente.


Você também ganha mais segurança para conduzir casos sem respostas prontas, tomar decisões com maior clareza e sustentar suas escolhas clínicas.


Isso amplia sua capacidade de assumir casos complexos e fortalece seu posicionamento como fisiatra veterinário.

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Acesso estendido + PDF complementar

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Acesso à aula por 90 dias + Certificado + PDF com material complementar

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ACESSO VIP

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Acesso à aula por 90 dias + Certificado + PDF com material complementar + Consultoria Individual com a Dra. Marcella Sanches (tema livre)

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R$ 599

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Como será a Masterclass?

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Com duração aproximada de 2 horas, a Masterclass será conduzida ao vivo, no dia 13 de outubro de 2026, a partir das 19h, via Zoom.


Ao final da aula, haverá um momento dedicado para que os alunos possam tirar dúvidas e aprofundar pontos discutidos durante o encontro.


Todos os participantes receberão certificado de participação.

Com duração aproximada de 2 horas, a Masterclass será conduzida ao vivo, no dia 13 de outubro de 2026, a partir das 19h, via Zoom.


Ao final da aula, haverá um momento dedicado para que os alunos possam tirar dúvidas e aprofundar pontos discutidos durante o encontro.


Todos os participantes receberão certificado de participação.

Com duração aproximada de 2 horas, a Masterclass será conduzida ao vivo, no dia 13 de outubro de 2026, a partir das 19h, via Zoom.


Ao final da aula, haverá um momento dedicado para que os alunos possam tirar dúvidas e aprofundar pontos discutidos durante o encontro.


Todos os participantes receberão certificado de participação.

Para quem é esta masterclass?

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Esta aula foi desenvolvida para médicos-veterinários fisiatras e profissionais que atuam ou desejam aprofundar sua atuação em reabilitação veterinária. Especialmente para quem:


- atende ou deseja atender pacientes após trauma de coluna ou TCE;

- acompanha casos neurológicos no pós-operatório;

- recebe pacientes paraplégicos ou tetraparéticos;

- quer aprimorar sua avaliação neurológica funcional;

- encontra dificuldade para transformar os achados clínicos em prioridades terapêuticas;

- busca critérios mais claros para progressão dos exercícios;

- quer ampliar sua capacidade de discutir casos complexos com outros profissionais;

- deseja amadurecer sua tomada de decisão em neuroreabilitação.


Esta é uma aula de aprofundamento profissional, desenvolvida para quem já possui conhecimentos de anatomia, fisiologia, neurologia e fundamentos da reabilitação veterinária.

Esta aula foi desenvolvida para médicos-veterinários fisiatras e profissionais que atuam ou desejam aprofundar sua atuação em reabilitação veterinária. Especialmente para quem:


- atende ou deseja atender pacientes após trauma de coluna ou TCE;

- acompanha casos neurológicos no pós-operatório;

- recebe pacientes paraplégicos ou tetraparéticos;

- quer aprimorar sua avaliação neurológica funcional;

- encontra dificuldade para transformar os achados clínicos em prioridades terapêuticas;

- busca critérios mais claros para progressão dos exercícios;

- quer ampliar sua capacidade de discutir casos complexos com outros profissionais;

- deseja amadurecer sua tomada de decisão em neuroreabilitação.


Esta é uma aula de aprofundamento profissional, desenvolvida para quem já possui conhecimentos de anatomia, fisiologia, neurologia e fundamentos da reabilitação veterinária.

Esta aula foi desenvolvida para médicos-veterinários fisiatras e profissionais que atuam ou desejam aprofundar sua atuação em reabilitação veterinária. Especialmente para quem:


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- recebe pacientes paraplégicos ou tetraparéticos;

- quer aprimorar sua avaliação neurológica funcional;

- encontra dificuldade para transformar os achados clínicos em prioridades terapêuticas;

- busca critérios mais claros para progressão dos exercícios;

- quer ampliar sua capacidade de discutir casos complexos com outros profissionais;

- deseja amadurecer sua tomada de decisão em neuroreabilitação.


Esta é uma aula de aprofundamento profissional, desenvolvida para quem já possui conhecimentos de anatomia, fisiologia, neurologia e fundamentos da reabilitação veterinária.

As vagas são limitadas e podem se esgotar até o dia da aula!

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Profª MV. MSC. ESP.

Marcella Sanches

Profª MV. MSC. ESP.

Marcella Sanches

Profª MV. MSC. ESP.

Marcella Sanches

Marcella Sanches é médica veterinária fisiatra com mais de 20 anos de experiência na reabilitação animal.


Formada pela UNESP de Botucatu, com Mestrado pela Unifesp e atualmente cursando Doutorado, também na UNESP de Botucatu, possui certificação internacional CCRP pela Universidade do Tennessee, nos Estados Unidos, além de Pós-Graduação Internacional de Neurologia em Reabilitação Veterinária e formação em fotobiomodulação, eletroterapia, magnetoterapia, acupuntura e reabilitação neurológica.


Atualmente, é proprietária da Reabilita Animal, um dos maiores centros de reabilitação veterinária do Brasil, e coordenadora da pós-graduação em Fisiatria e Reabilitação Física Veterinária no IEP Ranvier.


Ao longo da carreira, Marcella se destacou pela inovação, pela prática clínica e pela dedicação ao ensino, ministrando aulas e palestras no Brasil e no exterior e contribuindo para a formação de profissionais que atuam com fisiatria e reabilitação veterinária.

Marcella Sanches é médica veterinária fisiatra com mais de 20 anos de experiência na reabilitação animal.


Formada pela UNESP de Botucatu, com Mestrado pela Unifesp e atualmente cursando Doutorado, também na UNESP de Botucatu, possui certificação internacional CCRP pela Universidade do Tennessee, nos Estados Unidos, além de Pós-Graduação Internacional de Neurologia em Reabilitação Veterinária e formação em fotobiomodulação, eletroterapia, magnetoterapia, acupuntura e reabilitação neurológica.


Atualmente, é proprietária da Reabilita Animal, um dos maiores centros de reabilitação veterinária do Brasil, e coordenadora da pós-graduação em Fisiatria e Reabilitação Física Veterinária no IEP Ranvier.


Ao longo da carreira, Marcella se destacou pela inovação, pela prática clínica e pela dedicação ao ensino, ministrando aulas e palestras no Brasil e no exterior e contribuindo para a formação de profissionais que atuam com fisiatria e reabilitação veterinária.

Marcella Sanches é médica veterinária fisiatra com mais de 20 anos de experiência na reabilitação animal.


Formada pela UNESP de Botucatu, com Mestrado pela Unifesp e atualmente cursando Doutorado, também na UNESP de Botucatu, possui certificação internacional CCRP pela Universidade do Tennessee, nos Estados Unidos, além de Pós-Graduação Internacional de Neurologia em Reabilitação Veterinária e formação em fotobiomodulação, eletroterapia, magnetoterapia, acupuntura e reabilitação neurológica.


Atualmente, é proprietária da Reabilita Animal, um dos maiores centros de reabilitação veterinária do Brasil, e coordenadora da pós-graduação em Fisiatria e Reabilitação Física Veterinária no IEP Ranvier.


Ao longo da carreira, Marcella se destacou pela inovação, pela prática clínica e pela dedicação ao ensino, ministrando aulas e palestras no Brasil e no exterior e contribuindo para a formação de profissionais que atuam com fisiatria e reabilitação veterinária.

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Copyright © 2026

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