Aula AO VIVO
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15 de setembro
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às 19h
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Uma doença neurológica pode estar associada à osteoartrite, perda de massa muscular, redução do condicionamento, alterações sensoriais ou cognitivas. E cada uma dessas condições interfere na forma como o paciente se movimenta, responde ao exercício e mantém sua independência.
Uma doença neurológica pode estar associada à osteoartrite, perda de massa muscular, redução do condicionamento, alterações sensoriais ou cognitivas. E cada uma dessas condições interfere na forma como o paciente se movimenta, responde ao exercício e mantém sua independência.
Uma doença neurológica pode estar associada à osteoartrite, perda de massa muscular, redução do condicionamento, alterações sensoriais ou cognitivas. E cada uma dessas condições interfere na forma como o paciente se movimenta, responde ao exercício e mantém sua independência.
Por isso, você precisa avaliar o que realmente está limitando aquele paciente naquele momento, quais capacidades ainda podem ser recuperadas, quais precisam ser preservadas e como organizar suas prioridades terapêuticas.
Na Masterclass Neuroreabilitação do Paciente Geriátrico, você vai aprofundar esse raciocínio para conduzir casos cada vez mais frequentes na rotina da reabilitação com mais segurança, critério e individualização.
Por isso, você precisa avaliar o que realmente está limitando aquele paciente naquele momento, quais capacidades ainda podem ser recuperadas, quais precisam ser preservadas e como organizar suas prioridades terapêuticas.
Na Masterclass Neuroreabilitação do Paciente Geriátrico, você vai aprofundar esse raciocínio para conduzir casos cada vez mais frequentes na rotina da reabilitação com mais segurança, critério e individualização.
Por isso, você precisa avaliar o que realmente está limitando aquele paciente naquele momento, quais capacidades ainda podem ser recuperadas, quais precisam ser preservadas e como organizar suas prioridades terapêuticas.
Na Masterclass Neuroreabilitação do Paciente Geriátrico, você vai aprofundar esse raciocínio para conduzir casos cada vez mais frequentes na rotina da reabilitação com mais segurança, critério e individualização.
Cães e gatos estão vivendo mais e, na prática da reabilitação veterinária, o paciente geriátrico já representa uma das demandas mais frequentes da nossa rotina clínica.
Cães e gatos estão vivendo mais e, na prática da reabilitação veterinária, o paciente geriátrico já representa uma das demandas mais frequentes da nossa rotina clínica.
Cães e gatos estão vivendo mais e, na prática da reabilitação veterinária, o paciente geriátrico já representa uma das demandas mais frequentes da nossa rotina clínica.
Muitas vezes, porém, o declínio funcional começa antes de existir uma perda evidente. A caminhada encurta, levantar exige mais esforço, a resistência diminui, surgem tropeços ou pequenas adaptações na rotina que podem passar despercebidas até que a limitação se torne maior.
Para o fisiatra, reconhecer essas mudanças precocemente amplia as possibilidades de intervenção e ajuda a estabelecer objetivos mais coerentes em cada fase do envelhecimento. Isso também pode fortalecer a confiança do tutor, seja no acompanhamento preventivo ou durante o tratamento de outras condições.
Nesta Masterclass, vou mostrar como organizo esse raciocínio clínico, desde a avaliação do paciente geriátrico e dos principais quadros neurológicos até a escolha das estratégias, definição de prioridades e acompanhamento da evolução.
Muitas vezes, porém, o declínio funcional começa antes de existir uma perda evidente. A caminhada encurta, levantar exige mais esforço, a resistência diminui, surgem tropeços ou pequenas adaptações na rotina que podem passar despercebidas até que a limitação se torne maior.
Para o fisiatra, reconhecer essas mudanças precocemente amplia as possibilidades de intervenção e ajuda a estabelecer objetivos mais coerentes em cada fase do envelhecimento. Isso também pode fortalecer a confiança do tutor, seja no acompanhamento preventivo ou durante o tratamento de outras condições.
Nesta Masterclass, vou mostrar como organizo esse raciocínio clínico, desde a avaliação do paciente geriátrico e dos principais quadros neurológicos até a escolha das estratégias, definição de prioridades e acompanhamento da evolução.
Muitas vezes, porém, o declínio funcional começa antes de existir uma perda evidente. A caminhada encurta, levantar exige mais esforço, a resistência diminui, surgem tropeços ou pequenas adaptações na rotina que podem passar despercebidas até que a limitação se torne maior.
Para o fisiatra, reconhecer essas mudanças precocemente amplia as possibilidades de intervenção e ajuda a estabelecer objetivos mais coerentes em cada fase do envelhecimento. Isso também pode fortalecer a confiança do tutor, seja no acompanhamento preventivo ou durante o tratamento de outras condições.
Nesta Masterclass, vou mostrar como organizo esse raciocínio clínico, desde a avaliação do paciente geriátrico e dos principais quadros neurológicos até a escolha das estratégias, definição de prioridades e acompanhamento da evolução.
Confira tudo o que você irá aprender nesta aula inédita:
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1. O que muda quando o paciente envelhece?
1. O que muda quando o paciente envelhece?
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Antes de pensar na reabilitação, você precisa compreender como o envelhecimento modifica a função e a capacidade de resposta daquele paciente. Vamos abordar:
- alterações neurológicas, musculares e articulares relacionadas à idade;
-sarcopenia e perda de força;
-alterações metabólicas, sensoriais e cardiorrespiratórias;
-redução da atividade física, sedentarismo e obesidade;
-perda de reserva funcional;
-diferenças entre envelhecimento fisiológico e alterações patológicas.
Dois pacientes da mesma idade podem chegar à reabilitação com capacidades muito diferentes. Reconhecer essas diferenças interfere no prognóstico, nos objetivos terapêuticos e na forma como você conduz a progressão.
Antes de pensar na reabilitação, você precisa compreender como o envelhecimento modifica a função e a capacidade de resposta daquele paciente. Vamos abordar:
- alterações neurológicas, musculares e articulares relacionadas à idade;
-sarcopenia e perda de força;
-alterações metabólicas, sensoriais e cardiorrespiratórias;
-redução da atividade física, sedentarismo e obesidade;
-perda de reserva funcional;
-diferenças entre envelhecimento fisiológico e alterações patológicas.
Dois pacientes da mesma idade podem chegar à reabilitação com capacidades muito diferentes. Reconhecer essas diferenças interfere no prognóstico, nos objetivos terapêuticos e na forma como você conduz a progressão.
Antes de pensar na reabilitação, você precisa compreender como o envelhecimento modifica a função e a capacidade de resposta daquele paciente. Vamos abordar:
- alterações neurológicas, musculares e articulares relacionadas à idade;
-sarcopenia e perda de força;
-alterações metabólicas, sensoriais e cardiorrespiratórias;
-redução da atividade física, sedentarismo e obesidade;
-perda de reserva funcional;
-diferenças entre envelhecimento fisiológico e alterações patológicas.
Dois pacientes da mesma idade podem chegar à reabilitação com capacidades muito diferentes. Reconhecer essas diferenças interfere no prognóstico, nos objetivos terapêuticos e na forma como você conduz a progressão.
2. Como avaliar o paciente geriátrico?
2. Como avaliar o paciente geriátrico?
2. Como avaliar o paciente geriátrico?
A avaliação precisa mostrar como aquele paciente funciona na rotina e quais perdas já interferem na sua independência. Você vai aprender a observar e integrar:
- anamnese direcionada e histórico de atividade;
- marcha, transferências e mobilidade domiciliar;
- equilíbrio, coordenação, propriocepção e reações posturais;
- força, dor, escore corporal e escore muscular;
- quedas e tolerância ao exercício;
- alterações sensoriais, cognitivas e comportamentais;
- testes e parâmetros para acompanhar a capacidade funcional.
A partir dessa avaliação, fica mais claro o que foi perdido, o que ainda está preservado e quais funções precisam receber maior atenção.
A avaliação precisa mostrar como aquele paciente funciona na rotina e quais perdas já interferem na sua independência. Você vai aprender a observar e integrar:
- anamnese direcionada e histórico de atividade;
- marcha, transferências e mobilidade domiciliar;
- equilíbrio, coordenação, propriocepção e reações posturais;
- força, dor, escore corporal e escore muscular;
- quedas e tolerância ao exercício;
- alterações sensoriais, cognitivas e comportamentais;
- testes e parâmetros para acompanhar a capacidade funcional.
A partir dessa avaliação, fica mais claro o que foi perdido, o que ainda está preservado e quais funções precisam receber maior atenção.
A avaliação precisa mostrar como aquele paciente funciona na rotina e quais perdas já interferem na sua independência. Você vai aprender a observar e integrar:
- anamnese direcionada e histórico de atividade;
- marcha, transferências e mobilidade domiciliar;
- equilíbrio, coordenação, propriocepção e reações posturais;
- força, dor, escore corporal e escore muscular;
- quedas e tolerância ao exercício;
- alterações sensoriais, cognitivas e comportamentais;
- testes e parâmetros para acompanhar a capacidade funcional.
A partir dessa avaliação, fica mais claro o que foi perdido, o que ainda está preservado e quais funções precisam receber maior atenção.
3. Os principais quadros neurológicos
3. Os principais quadros neurológicos
3. Os principais quadros neurológicos
Neste módulo, vamos discutir as condições neurológicas mais relevantes no paciente geriátrico e o impacto de cada uma sobre sua funcionalidade. Entre elas:
- Síndrome da Disfunção Cognitiva;
- acidente vascular encefálico;
- doença do disco intervertebral;
- mielopatia degenerativa;
- síndromes vestibulares;
- neuropatias e polineuropatias;
- neoplasias intracranianas e medulares.
Também entram aspectos do envelhecimento cerebral, neuroinflamação, alterações mitocondriais, neuroplasticidade, sono e comportamento quando forem importantes para compreender o quadro clínico. O foco será relacionar diagnóstico, déficit funcional, prognóstico e possibilidades de reabilitação.
Neste módulo, vamos discutir as condições neurológicas mais relevantes no paciente geriátrico e o impacto de cada uma sobre sua funcionalidade. Entre elas:
- Síndrome da Disfunção Cognitiva;
- acidente vascular encefálico;
- doença do disco intervertebral;
- mielopatia degenerativa;
- síndromes vestibulares;
- neuropatias e polineuropatias;
- neoplasias intracranianas e medulares.
Também entram aspectos do envelhecimento cerebral, neuroinflamação, alterações mitocondriais, neuroplasticidade, sono e comportamento quando forem importantes para compreender o quadro clínico. O foco será relacionar diagnóstico, déficit funcional, prognóstico e possibilidades de reabilitação.
Neste módulo, vamos discutir as condições neurológicas mais relevantes no paciente geriátrico e o impacto de cada uma sobre sua funcionalidade. Entre elas:
- Síndrome da Disfunção Cognitiva;
- acidente vascular encefálico;
- doença do disco intervertebral;
- mielopatia degenerativa;
- síndromes vestibulares;
- neuropatias e polineuropatias;
- neoplasias intracranianas e medulares.
Também entram aspectos do envelhecimento cerebral, neuroinflamação, alterações mitocondriais, neuroplasticidade, sono e comportamento quando forem importantes para compreender o quadro clínico. O foco será relacionar diagnóstico, déficit funcional, prognóstico e possibilidades de reabilitação.
4. Como construir a reabilitação do paciente geriátrico?
4. Como construir a reabilitação do paciente geriátrico?
4. Como construir a reabilitação do paciente geriátrico?
Depois de compreender o paciente e seus déficits, você precisa transformar a avaliação em uma estratégia de intervenção coerente. Vamos trabalhar recursos e exercícios voltados para:
- fortalecimento;
- equilíbrio e controle postural;
- propriocepção;
- treinamento de marcha;
- mobilidade;
- endurance e condicionamento;
- esteira, hidroesteira, cavaletes e obstáculos;
- exercícios cognitivo-motores e enriquecimento ambiental;
- fotobiomodulação transcraniana quando houver indicação.
A escolha parte da função que você pretende recuperar ou preservar para definir qual estratégia utilizar, como dosar e como progredir com segurança.
Depois de compreender o paciente e seus déficits, você precisa transformar a avaliação em uma estratégia de intervenção coerente. Vamos trabalhar recursos e exercícios voltados para:
- fortalecimento;
- equilíbrio e controle postural;
- propriocepção;
- treinamento de marcha;
- mobilidade;
- endurance e condicionamento;
- esteira, hidroesteira, cavaletes e obstáculos;
- exercícios cognitivo-motores e enriquecimento ambiental;
- fotobiomodulação transcraniana quando houver indicação.
A escolha parte da função que você pretende recuperar ou preservar para definir qual estratégia utilizar, como dosar e como progredir com segurança.
Depois de compreender o paciente e seus déficits, você precisa transformar a avaliação em uma estratégia de intervenção coerente. Vamos trabalhar recursos e exercícios voltados para:
- fortalecimento;
- equilíbrio e controle postural;
- propriocepção;
- treinamento de marcha;
- mobilidade;
- endurance e condicionamento;
- esteira, hidroesteira, cavaletes e obstáculos;
- exercícios cognitivo-motores e enriquecimento ambiental;
- fotobiomodulação transcraniana quando houver indicação.
A escolha parte da função que você pretende recuperar ou preservar para definir qual estratégia utilizar, como dosar e como progredir com segurança.
5. Como definir prioridades em um paciente com múltiplas alterações?
5. Como definir prioridades em um paciente com múltiplas alterações?
5. Como definir prioridades em um paciente com múltiplas alterações?
Um mesmo paciente pode apresentar osteoartrite, sarcopenia, déficit proprioceptivo, alteração cognitiva e baixa tolerância ao exercício. Então, por onde começar? Neste módulo, vamos discutir:
- como estabelecer prioridades terapêuticas;
- como conciliar diferentes limitações e comorbidades;
- definição de objetivos de curto e médio prazo;
- progressão e dosagem do exercício;
- adaptação da conduta de acordo com a resposta clínica;
- participação do tutor e ajustes na rotina domiciliar.
Você vai aprender a organizar a tomada de decisão quando várias necessidades precisam ser consideradas ao mesmo tempo.
Um mesmo paciente pode apresentar osteoartrite, sarcopenia, déficit proprioceptivo, alteração cognitiva e baixa tolerância ao exercício. Então, por onde começar? Neste módulo, vamos discutir:
- como estabelecer prioridades terapêuticas;
- como conciliar diferentes limitações e comorbidades;
- definição de objetivos de curto e médio prazo;
- progressão e dosagem do exercício;
- adaptação da conduta de acordo com a resposta clínica;
- participação do tutor e ajustes na rotina domiciliar.
Você vai aprender a organizar a tomada de decisão quando várias necessidades precisam ser consideradas ao mesmo tempo.
Um mesmo paciente pode apresentar osteoartrite, sarcopenia, déficit proprioceptivo, alteração cognitiva e baixa tolerância ao exercício. Então, por onde começar? Neste módulo, vamos discutir:
- como estabelecer prioridades terapêuticas;
- como conciliar diferentes limitações e comorbidades;
- definição de objetivos de curto e médio prazo;
- progressão e dosagem do exercício;
- adaptação da conduta de acordo com a resposta clínica;
- participação do tutor e ajustes na rotina domiciliar.
Você vai aprender a organizar a tomada de decisão quando várias necessidades precisam ser consideradas ao mesmo tempo.
6. Evolução, limites e qualidade de vida
6. Evolução, limites e qualidade de vida
6. Evolução, limites e qualidade de vida
O plano de reabilitação precisa acompanhar as mudanças do paciente ao longo do tempo. Vamos abordar:
- como acompanhar a evolução funcional;
- quando progredir, manter ou adaptar uma estratégia;
- condução de doenças progressivas e déficits crônicos;
- prevenção de complicações secundárias;
- manutenção da independência pelo maior tempo possível;
- definição de expectativas realistas;
- comunicação com o tutor;
- situações em que recuperar uma função deixa de ser o principal objetivo.
Também vamos discutir como preservar conforto, mobilidade possível, higiene, alimentação, segurança e interação quando o foco terapêutico precisar mudar.
O plano de reabilitação precisa acompanhar as mudanças do paciente ao longo do tempo. Vamos abordar:
- como acompanhar a evolução funcional;
- quando progredir, manter ou adaptar uma estratégia;
- condução de doenças progressivas e déficits crônicos;
- prevenção de complicações secundárias;
- manutenção da independência pelo maior tempo possível;
- definição de expectativas realistas;
- comunicação com o tutor;
- situações em que recuperar uma função deixa de ser o principal objetivo.
Também vamos discutir como preservar conforto, mobilidade possível, higiene, alimentação, segurança e interação quando o foco terapêutico precisar mudar.
O plano de reabilitação precisa acompanhar as mudanças do paciente ao longo do tempo. Vamos abordar:
- como acompanhar a evolução funcional;
- quando progredir, manter ou adaptar uma estratégia;
- condução de doenças progressivas e déficits crônicos;
- prevenção de complicações secundárias;
- manutenção da independência pelo maior tempo possível;
- definição de expectativas realistas;
- comunicação com o tutor;
- situações em que recuperar uma função deixa de ser o principal objetivo.
Também vamos discutir como preservar conforto, mobilidade possível, higiene, alimentação, segurança e interação quando o foco terapêutico precisar mudar.
Transforme esse conhecimento em um diferencial na sua atuação
Transforme esse conhecimento em um diferencial na sua atuação
Transforme esse conhecimento em um diferencial na sua atuação
Saber conduzir o paciente geriátrico com profundidade pode ampliar sua atuação como fisiatra.
Ao reconhecer alterações funcionais precocemente, estabelecer prioridades e acompanhar a evolução com critérios claros, você ganha mais segurança para discutir casos complexos, justificar suas condutas e orientar os tutores ao longo do acompanhamento.
Isso abre espaço tanto para atuar em condições já instaladas quanto para acompanhar pacientes que ainda preservam boa parte da independência, mas começam a apresentar mudanças relacionadas ao envelhecimento.
É um conhecimento que qualifica sua prática e fortalece seu posicionamento como profissional preparado para conduzir uma população cada vez mais presente na reabilitação veterinária.
Saber conduzir o paciente geriátrico com profundidade pode ampliar sua atuação como fisiatra.
Ao reconhecer alterações funcionais precocemente, estabelecer prioridades e acompanhar a evolução com critérios claros, você ganha mais segurança para discutir casos complexos, justificar suas condutas e orientar os tutores ao longo do acompanhamento.
Isso abre espaço tanto para atuar em condições já instaladas quanto para acompanhar pacientes que ainda preservam boa parte da independência, mas começam a apresentar mudanças relacionadas ao envelhecimento.
É um conhecimento que qualifica sua prática e fortalece seu posicionamento como profissional preparado para conduzir uma população cada vez mais presente na reabilitação veterinária.
Saber conduzir o paciente geriátrico com profundidade pode ampliar sua atuação como fisiatra.
Ao reconhecer alterações funcionais precocemente, estabelecer prioridades e acompanhar a evolução com critérios claros, você ganha mais segurança para discutir casos complexos, justificar suas condutas e orientar os tutores ao longo do acompanhamento.
Isso abre espaço tanto para atuar em condições já instaladas quanto para acompanhar pacientes que ainda preservam boa parte da independência, mas começam a apresentar mudanças relacionadas ao envelhecimento.
É um conhecimento que qualifica sua prática e fortalece seu posicionamento como profissional preparado para conduzir uma população cada vez mais presente na reabilitação veterinária.
Acesso à gravação
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Acesso à aula por 30 dias + Certificado
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R$ 179
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Acesso estendido + PDF complementar
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Acesso à aula por 90 dias + Certificado + PDF com material complementar
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R$ 279
R$ 279
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ACESSO VIP
ACESSO VIP
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Acesso à aula por 90 dias + Certificado + PDF com material complementar + Consultoria Individual com a Dra. Marcella Sanches (tema livre)
Acesso à aula por 90 dias + Certificado + PDF com material complementar + Consultoria Individual com a Dra. Marcella Sanches (tema livre)
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R$ 599
R$ 599
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Para quem é esta masterclass?
Para quem é esta masterclass?
Para quem é esta masterclass?
Esta Masterclass foi desenvolvida para médicos-veterinários e profissionais que atuam ou querem aprofundar sua atuação em neuroreabilitação. Especialmente para quem:
- atende pacientes geriátricos e quer compreender melhor suas particularidades;
- recebe casos neurológicos associados a outras comorbidades;
- quer aprofundar a avaliação funcional e a definição de prioridades;
- acompanha doenças progressivas e pacientes com déficits crônicos;
- busca estratégias para preservar mobilidade, autonomia e qualidade de vida;
- quer amadurecer seu raciocínio clínico diante de casos mais complexos.
Esta Masterclass foi desenvolvida para médicos-veterinários e profissionais que atuam ou querem aprofundar sua atuação em neuroreabilitação. Especialmente para quem:
- atende pacientes geriátricos e quer compreender melhor suas particularidades;
- recebe casos neurológicos associados a outras comorbidades;
- quer aprofundar a avaliação funcional e a definição de prioridades;
- acompanha doenças progressivas e pacientes com déficits crônicos;
- busca estratégias para preservar mobilidade, autonomia e qualidade de vida;
- quer amadurecer seu raciocínio clínico diante de casos mais complexos.
Esta Masterclass foi desenvolvida para médicos-veterinários e profissionais que atuam ou querem aprofundar sua atuação em neuroreabilitação. Especialmente para quem:
- atende pacientes geriátricos e quer compreender melhor suas particularidades;
- recebe casos neurológicos associados a outras comorbidades;
- quer aprofundar a avaliação funcional e a definição de prioridades;
- acompanha doenças progressivas e pacientes com déficits crônicos;
- busca estratégias para preservar mobilidade, autonomia e qualidade de vida;
- quer amadurecer seu raciocínio clínico diante de casos mais complexos.
As vagas são limitadas e podem se esgotar em poucos dias!
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Marcella Sanches é médica veterinária fisiatra com mais de 20 anos de experiência na reabilitação animal e medicina veterinária integrativa.
Formada pela UNESP de Botucatu, com Mestrado pela Unifesp e atualmente cursando Doutorado (também na UNESP de Botucatu), possui certificação internacional CCRP pela Universidade do Tennessee, EUA, além de formação em fotobiomodulação, eletroterapia, magnetoterapia, acupuntura e reabilitação neurológica.
Atualmente, é proprietária da Reabilita Animal, um dos maiores centros de reabilitação veterinária do Brasil, e coordenadora da pós-graduação em Fisiatria e Reabilitação Física Veterinária no IEP Ranvier.
Ao longo da carreira, Marcella se destacou pela inovação e dedicação ao ensino, ministrando aulas e palestras no Brasil e no exterior.
Marcella Sanches é médica veterinária fisiatra com mais de 20 anos de experiência na reabilitação animal e medicina veterinária integrativa.
Formada pela UNESP de Botucatu, com Mestrado pela Unifesp e atualmente cursando Doutorado (também na UNESP de Botucatu), possui certificação internacional CCRP pela Universidade do Tennessee, EUA, além de formação em fotobiomodulação, eletroterapia, magnetoterapia, acupuntura e reabilitação neurológica.
Atualmente, é proprietária da Reabilita Animal, um dos maiores centros de reabilitação veterinária do Brasil, e coordenadora da pós-graduação em Fisiatria e Reabilitação Física Veterinária no IEP Ranvier.
Ao longo da carreira, Marcella se destacou pela inovação e dedicação ao ensino, ministrando aulas e palestras no Brasil e no exterior.
Marcella Sanches é médica veterinária fisiatra com mais de 20 anos de experiência na reabilitação animal e medicina veterinária integrativa.
Formada pela UNESP de Botucatu, com Mestrado pela Unifesp e atualmente cursando Doutorado (também na UNESP de Botucatu), possui certificação internacional CCRP pela Universidade do Tennessee, EUA, além de formação em fotobiomodulação, eletroterapia, magnetoterapia, acupuntura e reabilitação neurológica.
Atualmente, é proprietária da Reabilita Animal, um dos maiores centros de reabilitação veterinária do Brasil, e coordenadora da pós-graduação em Fisiatria e Reabilitação Física Veterinária no IEP Ranvier.
Ao longo da carreira, Marcella se destacou pela inovação e dedicação ao ensino, ministrando aulas e palestras no Brasil e no exterior.
Copyright © 2026
Todos os direitos reservados.
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