Aula AO VIVO
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14 de abril
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às 19h
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Em nossa prática clínica, os cães paralisados ainda são um dos maiores desafios, especialmente aqueles sem percepção de dor profunda. A questão não é só sobre o prognóstico: é sobre entender o que está acontecendo naquele sistema nervoso e o que, de fato, a reabilitação pode modificar.
Em nossa prática clínica, os cães paralisados ainda são um dos maiores desafios, especialmente aqueles sem percepção de dor profunda. A questão não é só sobre o prognóstico: é sobre entender o que está acontecendo naquele sistema nervoso e o que, de fato, a reabilitação pode modificar.
Em nossa prática clínica, os cães paralisados ainda são um dos maiores desafios, especialmente aqueles sem percepção de dor profunda. A questão não é só sobre o prognóstico: é sobre entender o que está acontecendo naquele sistema nervoso e o que, de fato, a reabilitação pode modificar.
O andar medular existe. Tem base fisiológica sólida e está bem documentado na literatura.
Mas o que vemos na prática é que muitos profissionais reconhecem o padrão sem conseguir explicar o mecanismo, sem critérios claros para diferenciar marcha reflexa de recuperação funcional e sem um protocolo estruturado com lógica neurofisiológica por trás.
Essa masterclass foi criada a partir dessa lacuna e está estruturada como o material mais completo sobre o assunto feito pela Dra. Marcella Sanches.
O andar medular existe. Tem base fisiológica sólida e está bem documentado na literatura.
Mas o que vemos na prática é que muitos profissionais reconhecem o padrão sem conseguir explicar o mecanismo, sem critérios claros para diferenciar marcha reflexa de recuperação funcional e sem um protocolo estruturado com lógica neurofisiológica por trás.
Essa masterclass foi criada a partir dessa lacuna e está estruturada como o material mais completo sobre o assunto feito pela Dra. Marcella Sanches.
O andar medular existe. Tem base fisiológica sólida e está bem documentado na literatura.
Mas o que vemos na prática é que muitos profissionais reconhecem o padrão sem conseguir explicar o mecanismo, sem critérios claros para diferenciar marcha reflexa de recuperação funcional e sem um protocolo estruturado com lógica neurofisiológica por trás.
Essa masterclass foi criada a partir dessa lacuna e está estruturada como o material mais completo sobre o assunto feito pela Dra. Marcella Sanches.
Confira tudo o que você irá aprender nesta aula inédita:
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1. Lesão medular e o impacto na locomoção
1. Lesão medular e o impacto na locomoção
1. Lesão medular e o impacto na locomoção
A localização da lesão define o que o sistema nervoso ainda consegue fazer, e entender isso é o ponto de partida para qualquer raciocínio clínico em neuroreabilitação. Neste módulo, revisamos o que acontece com a marcha quando a via descendente é interrompida em diferentes segmentos, com foco nas lesões T3–L3, que são as que criam as condições para o andar medular.
- Classificação funcional das lesões medulares;
- Impacto sobre o controle motor dos membros pélvicos;
- Diferença entre lesão completa e incompleta na prática clínica;
- Por que o segmento da lesão importa mais do que sua extensão.
A localização da lesão define o que o sistema nervoso ainda consegue fazer, e entender isso é o ponto de partida para qualquer raciocínio clínico em neuroreabilitação. Neste módulo, revisamos o que acontece com a marcha quando a via descendente é interrompida em diferentes segmentos, com foco nas lesões T3–L3, que são as que criam as condições para o andar medular.
- Classificação funcional das lesões medulares;
- Impacto sobre o controle motor dos membros pélvicos;
- Diferença entre lesão completa e incompleta na prática clínica;
- Por que o segmento da lesão importa mais do que sua extensão.
A localização da lesão define o que o sistema nervoso ainda consegue fazer, e entender isso é o ponto de partida para qualquer raciocínio clínico em neuroreabilitação. Neste módulo, revisamos o que acontece com a marcha quando a via descendente é interrompida em diferentes segmentos, com foco nas lesões T3–L3, que são as que criam as condições para o andar medular.
- Classificação funcional das lesões medulares;
- Impacto sobre o controle motor dos membros pélvicos;
- Diferença entre lesão completa e incompleta na prática clínica;
- Por que o segmento da lesão importa mais do que sua extensão.
2. Conceito e contexto clínico do andar medular
2. Conceito e contexto clínico do andar medular
2. Conceito e contexto clínico do andar medular
Antes de qualquer protocolo, é preciso ter clareza sobre o que o andar medular é e, principalmente, o que ele não é. A confusão entre adaptação locomotora e recuperação funcional ainda acontece com frequência, e ela tem consequências diretas: no prognóstico que você comunica, nas expectativas do tutor e nas decisões terapêuticas que você toma ao longo do acompanhamento.
- Definição fisiológica do andar medular;
- Por que ele ocorre na ausência de dor profunda;
- Como diferenciar adaptação locomotora de recuperação neurológica;
- Os erros mais comuns na interpretação clínica desse padrão.
Antes de qualquer protocolo, é preciso ter clareza sobre o que o andar medular é e, principalmente, o que ele não é. A confusão entre adaptação locomotora e recuperação funcional ainda acontece com frequência, e ela tem consequências diretas: no prognóstico que você comunica, nas expectativas do tutor e nas decisões terapêuticas que você toma ao longo do acompanhamento.
- Definição fisiológica do andar medular;
- Por que ele ocorre na ausência de dor profunda;
- Como diferenciar adaptação locomotora de recuperação neurológica;
- Os erros mais comuns na interpretação clínica desse padrão.
Antes de qualquer protocolo, é preciso ter clareza sobre o que o andar medular é e, principalmente, o que ele não é. A confusão entre adaptação locomotora e recuperação funcional ainda acontece com frequência, e ela tem consequências diretas: no prognóstico que você comunica, nas expectativas do tutor e nas decisões terapêuticas que você toma ao longo do acompanhamento.
- Definição fisiológica do andar medular;
- Por que ele ocorre na ausência de dor profunda;
- Como diferenciar adaptação locomotora de recuperação neurológica;
- Os erros mais comuns na interpretação clínica desse padrão.
3. Gerador Central de Padrão (GPC)
3. Gerador Central de Padrão (GPC)
3. Gerador Central de Padrão (GPC)
Esse é o núcleo teórico da masterclass. O Gerador Central de Padrão é o circuito neural localizado na medula espinhal que produz ritmo locomotor sem depender de comando cortical. Compreender como ele funciona explica por que um cão sem dor profunda pode desenvolver marcha, e por que a reabilitação consegue influenciar esse processo.
- Estrutura e localização do GPC na medula toracolombar;
- Geração de alternância flexor-extensor;
- Coordenação bilateral dos membros pélvicos;
- Por que esse circuito sobrevive funcionalmente após a lesão;
- A relação entre excitabilidade espinhal e ativação do GPC.
Esse é o núcleo teórico da masterclass. O Gerador Central de Padrão é o circuito neural localizado na medula espinhal que produz ritmo locomotor sem depender de comando cortical. Compreender como ele funciona explica por que um cão sem dor profunda pode desenvolver marcha, e por que a reabilitação consegue influenciar esse processo.
- Estrutura e localização do GPC na medula toracolombar;
- Geração de alternância flexor-extensor;
- Coordenação bilateral dos membros pélvicos;
- Por que esse circuito sobrevive funcionalmente após a lesão;
- A relação entre excitabilidade espinhal e ativação do GPC.
Esse é o núcleo teórico da masterclass. O Gerador Central de Padrão é o circuito neural localizado na medula espinhal que produz ritmo locomotor sem depender de comando cortical. Compreender como ele funciona explica por que um cão sem dor profunda pode desenvolver marcha, e por que a reabilitação consegue influenciar esse processo.
- Estrutura e localização do GPC na medula toracolombar;
- Geração de alternância flexor-extensor;
- Coordenação bilateral dos membros pélvicos;
- Por que esse circuito sobrevive funcionalmente após a lesão;
- A relação entre excitabilidade espinhal e ativação do GPC.
4. Modulação sensorial
4. Modulação sensorial
4. Modulação sensorial
O GPC gera o padrão, mas não trabalha isolado. A qualidade da marcha reflexa depende diretamente dos inputs periféricos que chegam continuamente à medula durante o movimento. Entender essa modulação é o que permite escolher exercícios com critério, em vez de reproduzir protocolos sem base fisiológica.
- Propriocepção muscular e sua influência na duração do passo;
- Receptores cutâneos: correção de posicionamento e reflexos de retirada;
- Feedback de carga e modulação da fase de extensão;
- Como cada tipo de input pode ser explorado terapeuticamente;
- O que acontece quando um desses canais está comprometido.
O GPC gera o padrão, mas não trabalha isolado. A qualidade da marcha reflexa depende diretamente dos inputs periféricos que chegam continuamente à medula durante o movimento. Entender essa modulação é o que permite escolher exercícios com critério, em vez de reproduzir protocolos sem base fisiológica.
- Propriocepção muscular e sua influência na duração do passo;
- Receptores cutâneos: correção de posicionamento e reflexos de retirada;
- Feedback de carga e modulação da fase de extensão;
- Como cada tipo de input pode ser explorado terapeuticamente;
- O que acontece quando um desses canais está comprometido.
O GPC gera o padrão, mas não trabalha isolado. A qualidade da marcha reflexa depende diretamente dos inputs periféricos que chegam continuamente à medula durante o movimento. Entender essa modulação é o que permite escolher exercícios com critério, em vez de reproduzir protocolos sem base fisiológica.
- Propriocepção muscular e sua influência na duração do passo;
- Receptores cutâneos: correção de posicionamento e reflexos de retirada;
- Feedback de carga e modulação da fase de extensão;
- Como cada tipo de input pode ser explorado terapeuticamente;
- O que acontece quando um desses canais está comprometido.
5. Plasticidade neuronal pós-lesão
5. Plasticidade neuronal pós-lesão
5. Plasticidade neuronal pós-lesão
Dois cães com lesões aparentemente semelhantes evoluem de formas muito diferentes. Parte dessa variabilidade está na plasticidade do sistema nervoso, que após uma lesão medular reorganiza circuitos, modifica a excitabilidade sináptica e tenta compensar a perda de input descendente. Esse módulo explica os mecanismos por trás dessa adaptação e o que a reabilitação pode fazer para favorecê-la.
- Reorganização sináptica após lesão medular;
- Aumento da excitabilidade dos circuitos espinhais locais;
- Papel dos axônios remanescentes na modulação locomotora;
- Como a espasticidade se relaciona com a plasticidade nesse contexto;
- O que o treinamento repetitivo modifica no circuito medular.
Dois cães com lesões aparentemente semelhantes evoluem de formas muito diferentes. Parte dessa variabilidade está na plasticidade do sistema nervoso, que após uma lesão medular reorganiza circuitos, modifica a excitabilidade sináptica e tenta compensar a perda de input descendente. Esse módulo explica os mecanismos por trás dessa adaptação e o que a reabilitação pode fazer para favorecê-la.
- Reorganização sináptica após lesão medular;
- Aumento da excitabilidade dos circuitos espinhais locais;
- Papel dos axônios remanescentes na modulação locomotora;
- Como a espasticidade se relaciona com a plasticidade nesse contexto;
- O que o treinamento repetitivo modifica no circuito medular.
Dois cães com lesões aparentemente semelhantes evoluem de formas muito diferentes. Parte dessa variabilidade está na plasticidade do sistema nervoso, que após uma lesão medular reorganiza circuitos, modifica a excitabilidade sináptica e tenta compensar a perda de input descendente. Esse módulo explica os mecanismos por trás dessa adaptação e o que a reabilitação pode fazer para favorecê-la.
- Reorganização sináptica após lesão medular;
- Aumento da excitabilidade dos circuitos espinhais locais;
- Papel dos axônios remanescentes na modulação locomotora;
- Como a espasticidade se relaciona com a plasticidade nesse contexto;
- O que o treinamento repetitivo modifica no circuito medular.
6. Critérios para identificar o paciente candidato
6. Critérios para identificar o paciente candidato
6. Critérios para identificar o paciente candidato
Nem todo cão paraplégico sem dor profunda vai desenvolver andar medular. Existem variáveis clínicas que influenciam diretamente esse processo, e identificá-las desde a avaliação inicial muda a forma como você estrutura o acompanhamento e define metas com o tutor.
- Perfil típico: lesão T3–L3, paraplegia, ausência de dor profunda;
- Influência do peso corporal e do tempo de lesão;
- Integridade reflexa como indicador de potencial locomotor;
- O papel da fisioterapia na abertura dessa janela;
- O que a literatura aponta sobre preditores de desenvolvimento do andar medular.
Nem todo cão paraplégico sem dor profunda vai desenvolver andar medular. Existem variáveis clínicas que influenciam diretamente esse processo, e identificá-las desde a avaliação inicial muda a forma como você estrutura o acompanhamento e define metas com o tutor.
- Perfil típico: lesão T3–L3, paraplegia, ausência de dor profunda;
- Influência do peso corporal e do tempo de lesão;
- Integridade reflexa como indicador de potencial locomotor;
- O papel da fisioterapia na abertura dessa janela;
- O que a literatura aponta sobre preditores de desenvolvimento do andar medular.
Nem todo cão paraplégico sem dor profunda vai desenvolver andar medular. Existem variáveis clínicas que influenciam diretamente esse processo, e identificá-las desde a avaliação inicial muda a forma como você estrutura o acompanhamento e define metas com o tutor.
- Perfil típico: lesão T3–L3, paraplegia, ausência de dor profunda;
- Influência do peso corporal e do tempo de lesão;
- Integridade reflexa como indicador de potencial locomotor;
- O papel da fisioterapia na abertura dessa janela;
- O que a literatura aponta sobre preditores de desenvolvimento do andar medular.
7. Andar medular x andar desconexo
7. Andar medular x andar desconexo
7. Andar medular x andar desconexo
Essa diferenciação é uma das mais importantes da masterclass, porque tem impacto direto no prognóstico e no protocolo. Os dois padrões podem parecer semelhantes à primeira vista, mas têm evoluções diferentes e exigem condutas específicas. Neste módulo, você vai aprender a distingui-los com critérios objetivos, sem depender de impressão subjetiva.
- Características do andar medular e do andar desconexo;
- Como avaliar cada padrão no exame clínico;
- Armadilhas comuns na diferenciação dos dois;
- Implicações práticas para o protocolo de reabilitação.
Essa diferenciação é uma das mais importantes da masterclass, porque tem impacto direto no prognóstico e no protocolo. Os dois padrões podem parecer semelhantes à primeira vista, mas têm evoluções diferentes e exigem condutas específicas. Neste módulo, você vai aprender a distingui-los com critérios objetivos, sem depender de impressão subjetiva.
- Características do andar medular e do andar desconexo;
- Como avaliar cada padrão no exame clínico;
- Armadilhas comuns na diferenciação dos dois;
- Implicações práticas para o protocolo de reabilitação.
Essa diferenciação é uma das mais importantes da masterclass, porque tem impacto direto no prognóstico e no protocolo. Os dois padrões podem parecer semelhantes à primeira vista, mas têm evoluções diferentes e exigem condutas específicas. Neste módulo, você vai aprender a distingui-los com critérios objetivos, sem depender de impressão subjetiva.
- Características do andar medular e do andar desconexo;
- Como avaliar cada padrão no exame clínico;
- Armadilhas comuns na diferenciação dos dois;
- Implicações práticas para o protocolo de reabilitação.
8. Andar medular x andar desconexo
8. Andar medular x andar desconexo
8. Andar medular x andar desconexo
Saber identificar e documentar o andar medular com precisão é o que permite acompanhar a evolução do paciente com critério ao longo das semanas. Neste módulo, o foco é no exame: o que observar, o que registrar e como transformar achados clínicos em dados úteis para a tomada de decisão.
- Avaliação postural: sustentação do tronco e posicionamento dos membros;
- Padrão de passo: espasticidade e incoordenação;
- Ritmo locomotor: regularidade, dependência do estímulo e variação com o suporte;
- Como documentar a evolução de forma padronizada;
- Ferramentas de avaliação funcional aplicáveis ao contexto.
Saber identificar e documentar o andar medular com precisão é o que permite acompanhar a evolução do paciente com critério ao longo das semanas. Neste módulo, o foco é no exame: o que observar, o que registrar e como transformar achados clínicos em dados úteis para a tomada de decisão.
- Avaliação postural: sustentação do tronco e posicionamento dos membros;
- Padrão de passo: espasticidade e incoordenação;
- Ritmo locomotor: regularidade, dependência do estímulo e variação com o suporte;
- Como documentar a evolução de forma padronizada;
- Ferramentas de avaliação funcional aplicáveis ao contexto.
Saber identificar e documentar o andar medular com precisão é o que permite acompanhar a evolução do paciente com critério ao longo das semanas. Neste módulo, o foco é no exame: o que observar, o que registrar e como transformar achados clínicos em dados úteis para a tomada de decisão.
- Avaliação postural: sustentação do tronco e posicionamento dos membros;
- Padrão de passo: espasticidade e incoordenação;
- Ritmo locomotor: regularidade, dependência do estímulo e variação com o suporte;
- Como documentar a evolução de forma padronizada;
- Ferramentas de avaliação funcional aplicáveis ao contexto.
9. Protocolo de reabilitação
9. Protocolo de reabilitação
9. Protocolo de reabilitação
Com a fisiologia do GPC e da modulação sensorial compreendidas, a escolha dos exercícios deixa de ser intuitiva e passa a ter justificativa neurofisiológica. Este módulo apresenta as principais estratégias de reabilitação para estimular o andar medular, com indicações, parâmetros e a lógica por trás de cada intervenção.
- Esteira aquática ou seca com suporte: por que o suporte de peso e o movimento rítmico são os principais estímulos ao GPC;
- Sustentação parcial com sling ou suporte abdominal: como usar sem comprometer o treino locomotor;
- Estimulação proprioceptiva: superfícies variadas, obstáculos e estímulos táteis na pata;
- Ativação reflexa: estímulo cutâneo, plantar e flexor como ferramentas de modulação;
- Progressão do protocolo ao longo das semanas e critérios para ajuste de intensidade.
Com a fisiologia do GPC e da modulação sensorial compreendidas, a escolha dos exercícios deixa de ser intuitiva e passa a ter justificativa neurofisiológica. Este módulo apresenta as principais estratégias de reabilitação para estimular o andar medular, com indicações, parâmetros e a lógica por trás de cada intervenção.
- Esteira aquática ou seca com suporte: por que o suporte de peso e o movimento rítmico são os principais estímulos ao GPC;
- Sustentação parcial com sling ou suporte abdominal: como usar sem comprometer o treino locomotor;
- Estimulação proprioceptiva: superfícies variadas, obstáculos e estímulos táteis na pata;
- Ativação reflexa: estímulo cutâneo, plantar e flexor como ferramentas de modulação;
- Progressão do protocolo ao longo das semanas e critérios para ajuste de intensidade.
Com a fisiologia do GPC e da modulação sensorial compreendidas, a escolha dos exercícios deixa de ser intuitiva e passa a ter justificativa neurofisiológica. Este módulo apresenta as principais estratégias de reabilitação para estimular o andar medular, com indicações, parâmetros e a lógica por trás de cada intervenção.
- Esteira aquática ou seca com suporte: por que o suporte de peso e o movimento rítmico são os principais estímulos ao GPC;
- Sustentação parcial com sling ou suporte abdominal: como usar sem comprometer o treino locomotor;
- Estimulação proprioceptiva: superfícies variadas, obstáculos e estímulos táteis na pata;
- Ativação reflexa: estímulo cutâneo, plantar e flexor como ferramentas de modulação;
- Progressão do protocolo ao longo das semanas e critérios para ajuste de intensidade.
10. Prognóstico e comunicação com o tutor
10. Prognóstico e comunicação com o tutor
10. Prognóstico e comunicação com o tutor
O andar medular melhora a qualidade de vida do paciente, mas não representa recuperação neurológica. Saber comunicar isso com clareza é parte do trabalho clínico, e exige precisão: nem subestimar o que o animal pode alcançar, nem criar expectativas que a fisiologia não sustenta.
- O que o andar medular representa funcionalmente para o paciente;
- Como explicar a diferença entre adaptação locomotora e recuperação ao tutor;
- Metas realistas por fase do tratamento;
- Como lidar com a frustração do tutor quando a evolução é mais lenta;
- O papel do registro de vídeo na comunicação de progresso.
O andar medular melhora a qualidade de vida do paciente, mas não representa recuperação neurológica. Saber comunicar isso com clareza é parte do trabalho clínico, e exige precisão: nem subestimar o que o animal pode alcançar, nem criar expectativas que a fisiologia não sustenta.
- O que o andar medular representa funcionalmente para o paciente;
- Como explicar a diferença entre adaptação locomotora e recuperação ao tutor;
- Metas realistas por fase do tratamento;
- Como lidar com a frustração do tutor quando a evolução é mais lenta;
- O papel do registro de vídeo na comunicação de progresso.
O andar medular melhora a qualidade de vida do paciente, mas não representa recuperação neurológica. Saber comunicar isso com clareza é parte do trabalho clínico, e exige precisão: nem subestimar o que o animal pode alcançar, nem criar expectativas que a fisiologia não sustenta.
- O que o andar medular representa funcionalmente para o paciente;
- Como explicar a diferença entre adaptação locomotora e recuperação ao tutor;
- Metas realistas por fase do tratamento;
- Como lidar com a frustração do tutor quando a evolução é mais lenta;
- O papel do registro de vídeo na comunicação de progresso.
10. Pontos abertos na literatura
10. Pontos abertos na literatura
10. Pontos abertos na literatura
Alguns aspectos do andar medular ainda não têm resposta definitiva, e ignorar isso é um erro clínico. Este módulo apresenta os principais debates atuais, com análise crítica do que a evidência disponível sustenta e onde ainda existe espaço para interpretação.
- O papel da espasticidade: fator favorável, limitante ou variável?
- Fibras residuais: qual o peso real na modulação locomotora?
- Treinamento intensivo versus progressivo: o que os estudos mostram;
- Variabilidade individual e os limites da predição clínica;
- Onde a literatura ainda não chegou e o que isso significa para a prática.
Alguns aspectos do andar medular ainda não têm resposta definitiva, e ignorar isso é um erro clínico. Este módulo apresenta os principais debates atuais, com análise crítica do que a evidência disponível sustenta e onde ainda existe espaço para interpretação.
- O papel da espasticidade: fator favorável, limitante ou variável?
- Fibras residuais: qual o peso real na modulação locomotora?
- Treinamento intensivo versus progressivo: o que os estudos mostram;
- Variabilidade individual e os limites da predição clínica;
- Onde a literatura ainda não chegou e o que isso significa para a prática.
Alguns aspectos do andar medular ainda não têm resposta definitiva, e ignorar isso é um erro clínico. Este módulo apresenta os principais debates atuais, com análise crítica do que a evidência disponível sustenta e onde ainda existe espaço para interpretação.
- O papel da espasticidade: fator favorável, limitante ou variável?
- Fibras residuais: qual o peso real na modulação locomotora?
- Treinamento intensivo versus progressivo: o que os estudos mostram;
- Variabilidade individual e os limites da predição clínica;
- Onde a literatura ainda não chegou e o que isso significa para a prática.
Por que você precisa assistir a esta masterclass?
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Não faltam cursos sobre neurologia veterinária. O que falta, na maioria deles, é o nível de detalhe que o médico fisiatra precisa para tomar decisões com segurança.
Andar medular não é o melhor cenário, mas também não é o fim da linha. Para o paciente, pode representar mobilidade, independência parcial e qualidade de vida real. Para você, representa um diagnóstico funcional que exige manejo correto desde o primeiro atendimento.
Então, não tenha dúvidas: você precisa se capacitar sobre o assunto!
Não faltam cursos sobre neurologia veterinária. O que falta, na maioria deles, é o nível de detalhe que o médico fisiatra precisa para tomar decisões com segurança.
Andar medular não é o melhor cenário, mas também não é o fim da linha. Para o paciente, pode representar mobilidade, independência parcial e qualidade de vida real. Para você, representa um diagnóstico funcional que exige manejo correto desde o primeiro atendimento.
Então, não tenha dúvidas: você precisa se capacitar sobre o assunto!
Não faltam cursos sobre neurologia veterinária. O que falta, na maioria deles, é o nível de detalhe que o médico fisiatra precisa para tomar decisões com segurança.
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Temos um aviso importante!
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A base deste conteúdo já foi abordada na Masterclass de Cães Paralisados, realizada em dezembro de 2025. Se você assistiu a essa aula e entende que não precisa se aprofundar mais no tema do andar medular, talvez a Masterclass Andar Medular não seja a melhor escolha neste momento.
Nesta nova aula, a Dra. Marcella aprofunda o assunto e explora o tema com mais foco e muito mais detalhes. Ainda assim, é importante deixar claro que existe uma conexão direta entre os conteúdos apresentados nas duas masterclasses.
A base deste conteúdo já foi abordada na Masterclass de Cães Paralisados, realizada em dezembro de 2025. Se você assistiu a essa aula e entende que não precisa se aprofundar mais no tema do andar medular, talvez a Masterclass Andar Medular não seja a melhor escolha neste momento.
Nesta nova aula, a Dra. Marcella aprofunda o assunto e explora o tema com mais foco e muito mais detalhes. Ainda assim, é importante deixar claro que existe uma conexão direta entre os conteúdos apresentados nas duas masterclasses.
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Nesta nova aula, a Dra. Marcella aprofunda o assunto e explora o tema com mais foco e muito mais detalhes. Ainda assim, é importante deixar claro que existe uma conexão direta entre os conteúdos apresentados nas duas masterclasses.
Acesso estendido + PDF complementar
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Acesso à aula por 90 dias + Certificado + PDF com material complementar
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R$ 279
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ACESSO VIP
ACESSO VIP
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Acesso à aula por 90 dias + Certificado + PDF com material complementar + Consultoria Individual com a Dra. Marcella Sanches (tema livre)
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R$ 599
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As vagas são limitadas e podem se esgotar em poucos dias!
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Atualize seus conhecimentos com base em evidências recentes, aprimore o raciocínio fisiátrico e evite protocolos genéricos na reabilitação neurológica.
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Atualize seus conhecimentos com base em evidências recentes, aprimore o raciocínio fisiátrico e evite protocolos genéricos na reabilitação neurológica.
Marcella Sanches é médica veterinária fisiatra com mais de 20 anos de experiência na reabilitação animal e medicina veterinária integrativa.
Formada pela UNESP de Botucatu, com Mestrado pela Unifesp e atualmente cursando Doutorado (também na UNESP de Botucatu), possui certificação internacional CCRP pela Universidade do Tennessee, EUA, além de formação em fotobiomodulação, eletroterapia, magnetoterapia, acupuntura e reabilitação neurológica.
Atualmente, é proprietária da Reabilita Animal, um dos maiores centros de reabilitação veterinária do Brasil, e coordenadora da pós-graduação em Fisiatria e Reabilitação Física Veterinária no IEP Ranvier.
Ao longo da carreira, Marcella se destacou pela inovação e dedicação ao ensino, ministrando aulas e palestras no Brasil e no exterior.
Marcella Sanches é médica veterinária fisiatra com mais de 20 anos de experiência na reabilitação animal e medicina veterinária integrativa.
Formada pela UNESP de Botucatu, com Mestrado pela Unifesp e atualmente cursando Doutorado (também na UNESP de Botucatu), possui certificação internacional CCRP pela Universidade do Tennessee, EUA, além de formação em fotobiomodulação, eletroterapia, magnetoterapia, acupuntura e reabilitação neurológica.
Atualmente, é proprietária da Reabilita Animal, um dos maiores centros de reabilitação veterinária do Brasil, e coordenadora da pós-graduação em Fisiatria e Reabilitação Física Veterinária no IEP Ranvier.
Ao longo da carreira, Marcella se destacou pela inovação e dedicação ao ensino, ministrando aulas e palestras no Brasil e no exterior.
Marcella Sanches é médica veterinária fisiatra com mais de 20 anos de experiência na reabilitação animal e medicina veterinária integrativa.
Formada pela UNESP de Botucatu, com Mestrado pela Unifesp e atualmente cursando Doutorado (também na UNESP de Botucatu), possui certificação internacional CCRP pela Universidade do Tennessee, EUA, além de formação em fotobiomodulação, eletroterapia, magnetoterapia, acupuntura e reabilitação neurológica.
Atualmente, é proprietária da Reabilita Animal, um dos maiores centros de reabilitação veterinária do Brasil, e coordenadora da pós-graduação em Fisiatria e Reabilitação Física Veterinária no IEP Ranvier.
Ao longo da carreira, Marcella se destacou pela inovação e dedicação ao ensino, ministrando aulas e palestras no Brasil e no exterior.
Copyright © 2026
Todos os direitos reservados.
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